A plataforma, as traduções e os pagamentos ficam connosco. Você faz as peças, define o preço de cada uma e recebe-o por inteiro, com venda em Portugal e nos restantes países da União Europeia. A comissão é somada ao cliente, nunca tirada de si.
O seu trabalho fica visível em todo o país e nos restantes países da União Europeia, sem montar loja própria.
As suas peças e a sua história passam a inglês e a espanhol. Não lhe custa nada e não lhe dá trabalho nenhum.
Investimos em campanhas para trazer clientes ao catálogo. Não precisa de comprar publicidade para ser encontrado.
A comissão é somada ao preço do cliente, nunca descontada do seu. Sem custos fixos.
A sua loja, as feiras e os canais diretos continuam seus. A Lavora é complementar.
Além das peças, pode vender aulas e visitas ao sítio onde trabalha. Publicar não custa nada.
Vendas para outros países da UE acima de 10.000€ por ano obrigam a registo no regime OSS. Como é você que vende e fatura, o limiar é seu. Abaixo disso, nada muda.
Formulário curto. A sua história, o que produz e algumas fotos.
Lemos à mão. Se fizer sentido, falamos consigo por telefone ou videochamada.
Defina o preço por peça e os modos de entrega.
O cliente paga via Stripe. Despache no prazo e receba no IBAN.
Se ensina o que sabe fazer, pode marcar oficinas na Lavora e receber por elas. Se recebe gente no sítio onde trabalha, pode vender essas visitas como experiências, da mesma maneira. Define quanto quer receber por lugar e recebe esse valor por inteiro, tal como nas peças. Sem mensalidade e sem custo de publicação.
Uma tarde no sítio onde trabalha, ou uma aula à distância. Se for por videochamada, a sala é sua, cola o link que já usa.
Se aceitar receber grupos, uma empresa pode pedir-lhe uma sessão só para a equipa dela. Responde com um orçamento e a fatura sai em seu nome.
Quem está noutra cidade ou noutro país entra na mesma. É a forma mais simples de o seu trabalho sair da sua região.
Portes, prazos, licenças e enquadramento fiscal não pesam o mesmo em todos os ofícios. Estas páginas respondem com números para cada um.
Peça leve, feita ponto a ponto, quase sempre por encomenda. É o perfil que melhor funciona num mercado nacional, e o que menos custa a enviar para fora. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem faz croché.
Peça pequena, de valor alto e fácil de enviar. É o perfil em que o porte pesa menos no preço final, e aquele em que vender para fora de Portugal muda mesmo as contas. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem trabalha o metal.
Produto que dura, viaja bem e vende-se em conjunto. Não é alimentar, portanto fica de fora das exigências que travam o mel, o queijo e a doçaria. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem faz sabão.
Peça grande e leve. É a combinação que assusta quem nunca enviou um cesto pelo correio, e é também a que joga a seu favor, porque o que se paga é o peso e não o tamanho. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem trabalha o vime, o junco ou a palma.
Produto que dura, que se vende bem em conjunto e que viaja sem pressa, com uma condição, que é o vidro chegar inteiro. É também o ofício em que a origem vale mais do que o rótulo, porque dizer de que serra veio o rosmaninho muda o preço que o cliente aceita. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem tem colmeias.
É o produto mais procurado da mesa portuguesa e o que mais dúvidas levanta na hora de o meter numa caixa. A resposta muda conforme a cura, e as duas respostas existem aqui, porque nem tudo tem de ir pelo correio. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem tem queijaria.
Metade da doçaria portuguesa aguenta uma semana na despensa e a outra metade não passa do dia seguinte. As duas vendem-se aqui, por caminhos diferentes, e é a receita que decide qual. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem faz doces.
É o ofício em que o porte pode passar o valor da peça, e em que isso se resolve antes de acontecer. Uma tábua de cozinha e um banco não viajam da mesma maneira, e há caminho para os dois. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem trabalha a madeira.
Duas perguntas travam quem faz louça, e são sempre as mesmas. Se a peça chega inteira, e o que acontece quando não chega. Aqui ficam as respostas às duas, e o resto do que muda para quem tem forno.
Produto pequeno, que se vende bem em conjunto e que tem uma inimiga só, que é o calor. Essa resolve-se com o calendário e com o modo de entrega, e o resto joga a favor. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem faz velas.
É a categoria em que o tamanho decide a venda e em que a devolução custa mais cara a quem produz. As duas coisas resolvem-se antes da compra, e é aí que esta montra difere de uma página de redes sociais. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem costura.
Mexa nos valores e veja o seu caso. Quase sempre a montanha é menor do que o medo. E nós tratamos da papelada.
Estimativa não vinculativa, para dar uma ideia. Os valores reais dependem da sua situação e são confirmados por um contabilista certificado. A Lavora dá apoio e acesso a contabilista, não presta aconselhamento fiscal. Valores de referência de 2026 (verificado em 2026-05-15).
A candidatura demora cerca de 10 minutos. Respondemos sempre, seja aceite ou recusada.
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