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Do verbo arcaico português, fazer lavores, trabalhar com as mãos para criar peças com cuidado.
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Histórias de quem faz, de norte a sul. Escrevemos só quando há novidades. Nada mais.
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Ainda nada por aqui

Há mel de rosmaninho, doçaria conventual e tigelas de roda à espera.

A forma mais simples de vender
o seu mel.

A plataforma, as traduções e os pagamentos ficam connosco. Você faz as peças, define o preço de cada uma e recebe-o por inteiro, com venda em Portugal e nos restantes países da União Europeia. A comissão é somada ao cliente, nunca tirada de si.

Começar a candidatura Falar com alguém antes
Curadoria à mão
Cada candidatura lida por uma pessoa.
0€ mensalidades
Se não vende, não paga.
Pagamentos Stripe
Direto para o seu IBAN, todos os meses.
3 modos de entrega
Transportadora, mão ou levantamento.
Números que importam para si
100%
do valor por peça é seu
0€
mensalidades ou listagem
até 72h
para responder à candidatura
14 dias
até o valor ficar disponível
Porquê vender na Lavora

Mais alcance, menos atrito. A sua marca continua sua.

Chegue a Portugal e à Europa

O seu trabalho fica visível em todo o país e nos restantes países da União Europeia, sem montar loja própria.

Traduzimos o que escreve

As suas peças e a sua história passam a inglês e a espanhol. Não lhe custa nada e não lhe dá trabalho nenhum.

Fazemos a divulgação

Investimos em campanhas para trazer clientes ao catálogo. Não precisa de comprar publicidade para ser encontrado.

Receba o que definir

A comissão é somada ao preço do cliente, nunca descontada do seu. Sem custos fixos.

Mantenha os canais

A sua loja, as feiras e os canais diretos continuam seus. A Lavora é complementar.

Dê oficinas e experiências

Além das peças, pode vender aulas e visitas ao sítio onde trabalha. Publicar não custa nada.

Vendas para outros países da UE acima de 10.000€ por ano obrigam a registo no regime OSS. Como é você que vende e fatura, o limiar é seu. Abaixo disso, nada muda.

Como funciona

Quatro passos até à primeira venda.

  1. 1

    Candidate-se

    Formulário curto. A sua história, o que produz e algumas fotos.

  2. 2

    Conversamos

    Lemos à mão. Se fizer sentido, falamos consigo por telefone ou videochamada.

  3. 3

    Publique

    Defina o preço por peça e os modos de entrega.

  4. 4

    Receba e despache

    O cliente paga via Stripe. Despache no prazo e receba no IBAN.

Requisitos e compromissos

Precisa de
  • Enquadramento fiscal válido (ENI, sociedade, Carta de Artesão ou ato isolado)
  • Conta bancária portuguesa (IBAN PT)
  • Fotografias decentes do produto e da oficina
  • Disponibilidade para responder em poucos dias
Esperamos que
  • Responda a encomendas em 24h durante a semana
  • Despache dentro do prazo prometido
  • Entregue o que está na ficha, sem surpresas
  • Avise quando ficar em rutura ou de férias

Quando recebe o dinheiro

O cliente paga
No momento da compra, via Stripe.
14 dias depois
O valor fica disponível, passado o prazo de devolução.
Transferência mensal
Segue para o seu IBAN com o acumulado de todas as encomendas.
Como ligar os pagamentos
Não é só vender peças

Também pode dar oficinas e experiências, e publicar não custa nada.

Se ensina o que sabe fazer, pode marcar oficinas na Lavora e receber por elas. Se recebe gente no sítio onde trabalha, pode vender essas visitas como experiências, da mesma maneira. Define quanto quer receber por lugar e recebe esse valor por inteiro, tal como nas peças. Sem mensalidade e sem custo de publicação.

No seu atelier ou por videochamada

Uma tarde no sítio onde trabalha, ou uma aula à distância. Se for por videochamada, a sala é sua, cola o link que já usa.

Também para empresas

Se aceitar receber grupos, uma empresa pode pedir-lhe uma sessão só para a equipa dela. Responde com um orçamento e a fatura sai em seu nome.

Uma aula online não tem raio

Quem está noutra cidade ou noutro país entra na mesma. É a forma mais simples de o seu trabalho sair da sua região.

Ver as oficinas que já estão no ar
Antes de se candidatar

Será que o que faz encaixa?

Faz você as peças que quer vender?

Isto é uma orientação automática, não é uma decisão. Lemos cada candidatura à mão e falamos consigo antes de aceitar.

Por ofício

O que muda consoante o que faz

Portes, prazos, licenças e enquadramento fiscal não pesam o mesmo em todos os ofícios. Estas páginas respondem com números para cada um.

Vender amigurumis e peças de croché

Peça leve, feita ponto a ponto, quase sempre por encomenda. É o perfil que melhor funciona num mercado nacional, e o que menos custa a enviar para fora. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem faz croché.

Vender joalharia e filigrana

Peça pequena, de valor alto e fácil de enviar. É o perfil em que o porte pesa menos no preço final, e aquele em que vender para fora de Portugal muda mesmo as contas. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem trabalha o metal.

Vender sabonetes e sabão artesanal

Produto que dura, viaja bem e vende-se em conjunto. Não é alimentar, portanto fica de fora das exigências que travam o mel, o queijo e a doçaria. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem faz sabão.

Vender cestaria e peças de vime

Peça grande e leve. É a combinação que assusta quem nunca enviou um cesto pelo correio, e é também a que joga a seu favor, porque o que se paga é o peso e não o tamanho. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem trabalha o vime, o junco ou a palma.

Vender mel e produtos de colmeia

Produto que dura, que se vende bem em conjunto e que viaja sem pressa, com uma condição, que é o vidro chegar inteiro. É também o ofício em que a origem vale mais do que o rótulo, porque dizer de que serra veio o rosmaninho muda o preço que o cliente aceita. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem tem colmeias.

Vender queijo artesanal

É o produto mais procurado da mesa portuguesa e o que mais dúvidas levanta na hora de o meter numa caixa. A resposta muda conforme a cura, e as duas respostas existem aqui, porque nem tudo tem de ir pelo correio. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem tem queijaria.

Vender doçaria e pastelaria

Metade da doçaria portuguesa aguenta uma semana na despensa e a outra metade não passa do dia seguinte. As duas vendem-se aqui, por caminhos diferentes, e é a receita que decide qual. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem faz doces.

Vender peças em madeira

É o ofício em que o porte pode passar o valor da peça, e em que isso se resolve antes de acontecer. Uma tábua de cozinha e um banco não viajam da mesma maneira, e há caminho para os dois. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem trabalha a madeira.

Vender cerâmica e azulejo

Duas perguntas travam quem faz louça, e são sempre as mesmas. Se a peça chega inteira, e o que acontece quando não chega. Aqui ficam as respostas às duas, e o resto do que muda para quem tem forno.

Vender velas artesanais

Produto pequeno, que se vende bem em conjunto e que tem uma inimiga só, que é o calor. Essa resolve-se com o calendário e com o modo de entrega, e o resto joga a favor. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem faz velas.

Vender roupa feita por si

É a categoria em que o tamanho decide a venda e em que a devolução custa mais cara a quem produz. As duas coisas resolvem-se antes da compra, e é aí que esta montra difere de uma página de redes sociais. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem costura.

Ver tudo o que pode vender na Lavora →
O que pode contar connosco
Só aceitamos produtores depois de falar com cada um e perceber que são de confiança e têm qualidade.
Lemos cada candidatura à mão, sem algoritmos a decidir por nós.
Se algo correr mal numa encomenda, ficamos no meio até resolver.
Sem medo dos números

Quanto custa, na prática

Simulador

Quanto custa, na verdade, vender com atividade aberta?

Mexa nos valores e veja o seu caso. Quase sempre a montanha é menor do que o medo. E nós tratamos da papelada.

IVA: isento. Abaixo de 15.000 €/ano não cobra nem entrega IVA.
Segurança Social: 0 € (isento nos primeiros 12 meses de atividade).
IRS: só 540 €/ano entra para o IRS (15% das vendas; assume-se que o resto são custos). O imposto final depende do seu escalão e dos outros rendimentos.
Estimativa: fica com cerca de 300 €/mês antes de IRS.
O que a Lavora faz por si: ajudamos a abrir a atividade (gratuitamente, para os primeiros produtores), damos acesso a um contabilista certificado, e se um dia quiser sair ajudamos a fechar a atividade. Tira-se o peso da papelada da frente.

Estimativa não vinculativa, para dar uma ideia. Os valores reais dependem da sua situação e são confirmados por um contabilista certificado. A Lavora dá apoio e acesso a contabilista, não presta aconselhamento fiscal. Valores de referência de 2026 (verificado em 2026-05-15).

Pronto para mostrar o que faz?

A candidatura demora cerca de 10 minutos. Respondemos sempre, seja aceite ou recusada.

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