Se é você que faz, tem lugar aqui.
Um mercado de quem produz em pequena escala. Cabe cá muito mais do que costuma parecer de fora.
Cestaria e fibras vegetaisAzeites, vinagres e gordurasBrinquedos artesanaisFrutos, secos e silvestresCosmética e sabariaConservas vegetais e molhosMadeira, cortiça e mobiliárioDoçaria e pastelariaCortiçaMel e produtos de colmeiaTêxteis e bordadosQueijos e lácteosAmigurumis e crochéCompotas, doces e geleiase mais 23
Vendas para outros países da UE acima de 10.000€ por ano obrigam a registo no regime OSS. Como é você que vende e fatura, o limiar é seu. Abaixo disso, nada muda.
Quatro coisas, e nenhuma delas é o tamanho do negócio
A peça sai das suas mãos ou da sua oficina. A Lavora vende sempre em nome de quem produz, e por isso a revenda de peças feitas por outros fica de fora.
Família, oficina ou equipa até cinco pessoas. Não é um requisito de volume, é o contrário. É o tamanho que a plataforma existe para servir.
Pelo menos três anos de atividade comprovada. Cada candidatura é lida por uma pessoa e falamos consigo antes de decidir, por isso conte o seu caso mesmo que ache que não bate certo.
Fotografias, a sua história e contacto direto com quem compra. Quem chega à Lavora quer saber quem fez a peça, e é isso que a distingue de uma loja qualquer.
A candidatura leva cerca de dez minutos e é lida por uma pessoa. Respondemos sempre, mesmo quando a resposta é não.
O que costuma travar, e não devia
Loja online
A montra, os pagamentos, as faturas e os emails ao cliente ficam do nosso lado. Do seu lado fica um painel que se usa do telemóvel.
Stock feito
Pode publicar peças que só começa a fazer quando a encomenda entra, com o prazo de produção que declarar. Nada fica à espera de comprador.
Um catálogo grande
Não há mínimo de peças. Um produtor com três peças é um produtor, e há quem comece assim de propósito, para ver como corre.
Saber de portes
Define os escalões de peso uma vez, com o tarifário CTT já pré-preenchido, e o preço certo aparece sozinho ao cliente.
Inglês
A tradução das suas peças e da sua história para inglês e espanhol é feita pela Lavora, sem custo para si. É isso que permite vender fora de Portugal.
Mensalidade ou exclusividade
Publicar não custa nada, não assina permanência, e continua a vender nas feiras e onde já vende, com os preços que quiser praticar aí.
As categorias abertas hoje
Nem todas têm já produtores. Uma categoria aberta é uma categoria onde a sua candidatura é bem-vinda, mesmo que seja a primeira pessoa a chegar. Onde há uma seta, há uma página com os números desse ofício.
Feito à mão
Comida e bebida
A lista não é uma porta fechada
Aquilo que está acima é onde o catálogo está hoje, e não o limite do que a Lavora aceita. Categorias novas abrem quando aparece quem as faça, e a primeira pessoa de uma categoria é tão bem-vinda como a décima. Se faz alguma coisa com as suas mãos e não a encontra na lista, candidate-se e descreva-a por palavras suas.
Há mais do que uma forma de entrar
Publica a peça sem ter nenhuma feita e declara o prazo de produção. Só começa a trabalhar quando a encomenda entra, e o cliente sabe à partida quanto espera.
Se trabalha sempre a partir do pedido de cada pessoa, recebe os pedidos pela secção de encomendas à medida e responde com um orçamento e um prazo.
Ver como funciona →Dar uma oficina no seu atelier ou por videochamada é a entrada mais pequena que existe, porque não obriga a stock nem a envios. Define um mínimo de inscritos, e a turma que não encher é cancelada com reembolso total.
Ver as oficinas →O que muda consoante o que faz
Portes, prazos, licenças e enquadramento fiscal não pesam o mesmo em todos os ofícios. Estas páginas respondem com números para cada um.
Peça leve, feita ponto a ponto, quase sempre por encomenda. É o perfil que melhor funciona num mercado nacional, e o que menos custa a enviar para fora. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem faz croché.
Peça pequena, de valor alto e fácil de enviar. É o perfil em que o porte pesa menos no preço final, e aquele em que vender para fora de Portugal muda mesmo as contas. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem trabalha o metal.
Produto que dura, viaja bem e vende-se em conjunto. Não é alimentar, portanto fica de fora das exigências que travam o mel, o queijo e a doçaria. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem faz sabão.
Peça grande e leve. É a combinação que assusta quem nunca enviou um cesto pelo correio, e é também a que joga a seu favor, porque o que se paga é o peso e não o tamanho. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem trabalha o vime, o junco ou a palma.
Produto que dura, que se vende bem em conjunto e que viaja sem pressa, com uma condição, que é o vidro chegar inteiro. É também o ofício em que a origem vale mais do que o rótulo, porque dizer de que serra veio o rosmaninho muda o preço que o cliente aceita. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem tem colmeias.
É o produto mais procurado da mesa portuguesa e o que mais dúvidas levanta na hora de o meter numa caixa. A resposta muda conforme a cura, e as duas respostas existem aqui, porque nem tudo tem de ir pelo correio. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem tem queijaria.
Metade da doçaria portuguesa aguenta uma semana na despensa e a outra metade não passa do dia seguinte. As duas vendem-se aqui, por caminhos diferentes, e é a receita que decide qual. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem faz doces.
É o ofício em que o porte pode passar o valor da peça, e em que isso se resolve antes de acontecer. Uma tábua de cozinha e um banco não viajam da mesma maneira, e há caminho para os dois. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem trabalha a madeira.
Duas perguntas travam quem faz louça, e são sempre as mesmas. Se a peça chega inteira, e o que acontece quando não chega. Aqui ficam as respostas às duas, e o resto do que muda para quem tem forno.
Produto pequeno, que se vende bem em conjunto e que tem uma inimiga só, que é o calor. Essa resolve-se com o calendário e com o modo de entrega, e o resto joga a favor. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem faz velas.
É a categoria em que o tamanho decide a venda e em que a devolução custa mais cara a quem produz. As duas coisas resolvem-se antes da compra, e é aí que esta montra difere de uma página de redes sociais. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem costura.
O que nos costumam perguntar
Faço pouca quantidade. Vale a pena?
Vale. Não há mínimo de peças nem de vendas, e publicar não tem custo. Quem faz vinte peças por mês tem o mesmo lugar de quem faz duzentas, e pode limitar quantas encomendas aceita ao mesmo tempo para não se comprometer com mais do que consegue produzir.
Só faço por encomenda e não tenho stock feito. Dá?
Dá. Marca a peça como feita por encomenda e declara o prazo real de produção, que o cliente vê antes de pagar. Muitos ofícios na Lavora funcionam assim, e há ainda a secção de peças à medida para quem trabalha sempre a partir do pedido de cada pessoa.
Faço uma coisa que não está na lista de categorias. Fico de fora?
Não. A lista é onde o catálogo está hoje, não é uma porta fechada. Categorias novas abrem quando aparece quem as faça. Candidate-se e descreva o que faz por palavras suas, que a candidatura é lida por uma pessoa.
Tenho de ter atividade aberta nas Finanças?
Precisa de um enquadramento fiscal válido para emitir fatura ou recibo em nome próprio, e há quatro caminhos possíveis (empresário em nome individual, sociedade, Carta de Artesão ou ato isolado). Ajudamos a perceber qual é o seu caso e damos acesso a contabilista certificado. A responsabilidade fiscal continua a ser sua.
Já vendo em feiras e no Instagram. Tenho de deixar de vender aí?
Não. Não há exclusividade nem mensalidade. A Lavora é mais um sítio onde as suas peças estão à venda, e continua a vender onde já vende, com os preços que quiser praticar aí.
Quanto custa publicar?
Nada. Sem custo de adesão, sem mensalidade e sem custo por peça publicada. Define o valor que quer receber por cada peça e recebe-o por inteiro, porque a comissão de serviço é somada ao preço do cliente e nunca descontada de si.
Diga-nos o que faz e nós dizemos se encaixa
Leva menos de um minuto e não é uma candidatura. Serve para não gastar dez minutos num formulário sem saber em que pé está.
A resposta nunca fecha a porta. Quem decide é uma pessoa, depois de ler a sua candidatura e de falar consigo.
Mostre-nos o que faz
Não precisa de ter tudo decidido para se candidatar. Conte-nos o que faz e nós dizemos-lhe se encaixa.