Trabalhamos com produtores artesanais portugueses, um a um. Se tem um restaurante, uma loja, um hotel ou um bar, pode ter peças feitas por gente com nome e morada, em vez de material comprado a metro que se encontra em qualquer lado.
A diferença não é decorativa. Uma loiça feita à mão por um oleiro do Alentejo, um têxtil tecido em Arraiolos ou uma cesta de vime do Minho dizem ao cliente onde ele está. E o dinheiro fica em Portugal, na região onde a peça foi feita, em vez de ir para uma cadeia de distribuição.
Trabalhamos com pequenos produtores, o que significa capacidade de produção real e prazos honestos. Preferimos dizer que uma encomenda leva dois meses a fingir que leva duas semanas. Tudo com fatura e com o produtor identificado.
Respondemos a cada pedido à mão. Não há catálogo automático nem proposta gerada por sistema, porque cada espaço é diferente e cada produtor tem um limite de produção real.