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Há mel de rosmaninho, doçaria conventual e tigelas de roda à espera.
Vender na Lavora

Vender peças em madeira

É o ofício em que o porte pode passar o valor da peça, e em que isso se resolve antes de acontecer. Uma tábua de cozinha e um banco não viajam da mesma maneira, e há caminho para os dois. Aqui fica o que muda, em concreto, para quem trabalha a madeira.

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O que muda para si

Em concreto, sem letra pequena

O que recebe

Define o valor líquido de cada peça e é isso que recebe, por inteiro. A comissão de serviço é somada ao preço do cliente, nunca descontada de si. Sem mensalidade, sem custos de adesão e sem exclusividade.

Peso e portes

Uma tábua de cozinha ronda 1,2 kg embalada e cai no escalão dos 2 kg, que são 9,90€ de porte nacional no tarifário CTT pré-preenchido. Uma peça de 4 kg sobe para o escalão dos 5 kg, 16,60€. Acima do último escalão o preço é o dele mais um valor por quilo que define uma vez, portanto uma peça pesada nunca fica sem preço nem lhe come a margem por engano.

O que não vale a pena enviar

Há peças que não compensa meter no correio, e para essas existem os outros dois modos de entrega. Além da transportadora, pode ativar entrega em mão e levantamento na oficina, escolher quais aceita, e o cliente vê a opção no checkout antes de pagar. Numa peça grande vendida na sua região é quase sempre o caminho mais simples para os dois lados.

Feito por encomenda e à medida

A marcenaria vive de peças que ainda não existem. Publica com o prazo de produção declarado e só começa quando a encomenda entra. Para o que precisa de conversa antes do preço, há os pedidos personalizados, em que responde com um orçamento e um prazo seus, sem se comprometer antes de saber o que é.

Essências e acabamentos

Oliveira, castanho e buxo são etiquetas do catálogo, tal como torneado e acabamento alimentar. É o vocabulário de quem procura mesmo uma tábua para a cozinha, e é o que separa a sua peça de uma tábua de superfície comercial. Cada produto pode ainda ter variantes com stock próprio, como a medida ou o acabamento.

Ritmo de oficina

Uma peça demora o que demora, e o catálogo aguenta isso. Declara a política de reposição e a peça esgotada continua visível a dizer que volta a haver, em vez de desaparecer e perder o lugar que ganhou nas pesquisas. Pode limitar quantas encomendas aceita em simultâneo, e o modo de ausência avisa quem visita quando parar.

Não é só vender peças

Também pode ensinar o que sabe fazer

Poucas pessoas alguma vez pegaram numa goiva ou viram um torno a trabalhar, e a curiosidade por trabalho manual com ferramenta é das mais fáceis de transformar em turma. É também a forma mais rápida de explicar porque é que uma peça sua custa o que custa, sem soar a defesa.

Um formato possível é uma tarde de quatro horas, com seis lugares, madeira e ferramenta incluídas, em que cada pessoa leva uma peça pequena acabada e lixada.

Publicar não custa nada

Define quanto quer receber por lugar e recebe esse valor por inteiro, tal como nas peças. Sem mensalidade e sem custo de publicação.

No seu atelier ou por videochamada

Uma tarde no sítio onde trabalha, ou uma aula à distância com o link que já usa. Uma aula online não tem raio, portanto chega a quem está noutra cidade ou noutro país.

Turma que não enche não acontece

Define um mínimo de inscritos e um prazo. Se o mínimo não for atingido, a turma é cancelada e quem se inscreveu é reembolsado por inteiro, sem você ter de tratar de nada.

Também para empresas

Uma empresa pode pedir-lhe uma sessão só para a equipa dela. Responde com um orçamento e uma data, e a fatura sai em seu nome.

Ver as oficinas que já estão no ar →
Perguntas

O que nos costumam perguntar

A minha peça é grande de mais para o correio. Não dá para vender?

Dá. Escolhe que modos de entrega aceita, e além da transportadora tem entrega em mão e levantamento na oficina. O cliente vê no checkout as opções que fazem sentido para a morada dele. Se a peça vai mesmo pela transportadora e passa o último escalão de peso, o porte é o desse escalão mais um valor por quilo que define uma vez no painel.

Preciso de ter atividade aberta para vender na Lavora?

Não necessariamente. Aceitamos quatro enquadramentos, que são sociedade, empresário em nome individual, Carta de Artesão e atividade ocasional através de atos isolados. Se ainda não abriu atividade, pode começar por atos isolados e mudar depois.

Quanto é que a Lavora fica com a minha venda?

Nada do seu valor. Você define o líquido que quer receber por peça e recebe-o por inteiro. A comissão de serviço, de 8% com IVA e custos de processamento, é somada ao preço que o cliente paga, não descontada do seu. Não há mensalidade nem custos de adesão.

Trabalho quase só por medida. Isso cabe aqui?

Cabe, por dois caminhos. As peças que repete publicam-se no catálogo como feitas por encomenda, com o prazo real. O que exige conversa antes do preço entra pelos pedidos personalizados, em que o cliente descreve o que quer e você responde com orçamento e prazo, sem compromisso até aceitar.

Posso vender para fora de Portugal?

Pode ativar o envio para 26 países da União Europeia, com uma tarifa própria que define uma vez no painel, e sem alfândega dentro da UE. Em madeira o peso pesa, portanto o envio europeu compensa sobretudo em peças pequenas ou de valor alto. Vendas intracomunitárias acima de 10.000€ por ano obrigam a registo no regime OSS, e como é você que vende e fatura, esse limiar é seu.

Faz você as peças que quer vender?

Isto é uma orientação automática, não é uma decisão. Lemos cada candidatura à mão e falamos consigo antes de aceitar.

Mostre-nos o que faz

A candidatura leva cerca de dez minutos e é lida por uma pessoa. Respondemos sempre, mesmo quando a resposta é não.

Candidatar-me
Ver o booklet (PDF)
A responsabilidade do produto

A madeira não é categoria alimentar, portanto o formulário não lhe pede alergénios nem comprovativo de licença. Se faz utensílios que tocam comida, a etiqueta de acabamento alimentar existe para o dizer, e as regras desse acabamento continuam do seu lado, exatamente como já continuam hoje na feira e na sua loja.

Vendas para outros países da UE acima de 10.000€ por ano obrigam a registo no regime OSS. Como é você que vende e fatura, o limiar é seu. Abaixo disso, nada muda.